Meu nome é Raul Pachoal, nasci na cidade de São Paulo em 1943. Nesta vida terrena de estudos, adquiri vários conhecimentos. Entre eles, um refere-se à mediunidade – faculdade própria do ser que pode ser desenvolvida a graus incalculáveis. A palavra indica intermédio, ou seja, outras inteligências podem nos passar informações e, além delas, uma missão a ser cumprida.
Conheci também o que é ser sensitivo. O termo explica aqueles que numa vida terrena, pelo desenvolvimento das energias do espírito e da matéria, podem se tornar espíritos encarnados em alta evolução. No meu caso e neste grau de evolução, posso utilizar-me dos processos extrasensoriais. Um deles é a clarividência: a abertura dos olhos reais e verdadeiros, além dos olhos físicos materiais. Um outro processo extrasensorial se dá através das nossas esferas cerebrais e canais sensíveis que chamamos capacitores mentais, distribuídos por todo o nosso corpo astral, em funcionamento direto para o corpo físico e de acordo com o meu cérebro astral e sistema mental, de acordo também com o meu conhecimento de ser humano encarnado.
Readquirimos, então, durante um período de vida terrena, o conhecimento da nossa origem. Primeiro sabemos: estamos aqui. Segundo, perguntamos: o que devemos e podemos fazer? Preferimos trabalhar em favor dos nossos irmãos, do nosso próximo.
Usamos o nosso cérebro, a nossa razão e, além da razão, o que vai além das intuições: a nossa vontade determinada, que parte inicialmente do centro de comando do nosso cérebro que nós conhecemos por autoconsciente.
Esta não é a minha primeira encarnação na Terra. Elas já se tornam incontáveis. Procuramos os meios de toda a lembrança, de todos os registros arquivados, porque sabemos que podem estar ao nosso alcance. Fazemos uso dos nossos próprios meios, principalmente dos nossos olhos, pois fazemos questão de deixá-los abertos em todos os sentidos e circuitos. Podemos ver para dentro e para fora, por muitos olhos, e muito do que pode não estar ao alcance de um ser humano comum.
A palavra sensitivo para nós tem um alto significado: ver, analisar, separando parte por parte, através das nossas esferas sensíveis, que são nossos mentais paralelos, cérebros de análises. Eles não erram. Podem então analisar, ver, sentir, compreender e identificar os espaços paralelos, os espíritos, seus tipos, tudo o que está ao redor, de onde eles vêm, os seus pensamentos, as suas intenções. Assim também fazemos com os vários tipos de energias existentes, que nós chamamos energias cromáticas eletromagnéticas. Sabemos as suas cores, as suas intensidades, os seus brilhos, as suas luzes, as suas formações, os seus arco-íris. Nestas análises, conseguimos identificar ainda tipos de energias parasitas e anti-energias. Para nós, não podem existir paredes que nos cerquem. Trazemos o conhecimento no espírito que viveu por muitos mundos além da Terra.
Nos nossos escritos, falaremos muito de nós, não por orgulho, vaidade ou qualquer outra razão vulgar. Eu me tornei um cérebro de análises. São essas experiências que pretendo passar, de acordo com os nossos irmãos maiores. Como falamos, sou médium e vivo este intermediário. Sou sensitivo e faço a minha pequena parte. Esta pequena parte pode ser imensa para aqueles que procurarem entender. Sabemos que é impossível passar o conhecimento. O conhecimento se adquire.
Aos oito anos e meio de idade, aconteceu para mim o que eu sempre buscava e tinha que ser. O primeiro contato extraterrestre. Assim o denominamos, porque não se trata de inteligências da Terra, mas sim daqueles irmãos do meu mundo de origem. Muito falaremos sobre este e vários outros contatos com as naves espaciais. O nosso intuito aqui é apenas deixar esclarecido o por quê do nosso trabalho, por que escrevemos e para quem. Tudo o que falamos, vimos; tudo o que nossos olhos puderam ver e tudo o que continuam vendo, podem ser informações preciosas para o meu próximo, os meus irmãos terrestres.
Iniciamos este trabalho através da cidade de Campinas, São Paulo, em 1980, com o seguinte título: Projeto Alpha + Ômega, Missão: Terra – ENCON-ESPACITÔMELES. Um dos seus objetivos é informar, pois a Operação 3-2-1.0 se divide em várias partes. Trata-se de um conhecimento inédito no mundo e devidamente registrado segundo as leis de direitos autorais do nosso país.
Em 1984, editamos uma primeira revista, a qual eu dei o título “Alpha e Ômega”. Nesta revista, todas as matérias mediúnicas e extraterrestres são de minha autoria. Em 1987, editamos um segundo número, cujo título modifiquei para “Alpha + Ômega”. Essas edições foram feitas em nome de ENCON-ESPACITÔMELES, marca registrada por Raul Paschoal. Em 1994, editamos o livro “Projeto Alpha + Ômega, Missão: Terra, Cód. Op. 3-2-1.0″, cujas matérias igualmente já estavam registradas na forma da lei. Portanto, todo este projeto, desde 1980, está devidamente registrado e com marcas patenteadas.
Em 1988, fundei a empresa HELCTRO-YNS EXTRASENSORIAL – Centro de Estudos e de Ciências Alternativas e Editora Ltda; nome fantasia ELCTRON’S EXTRASENSORIAL. Trata-se de uma loja e livraria esotérica onde também são realizados cursos sobre a Realidade Ufológica®, consultas e tratamentos espirituais.
É sócia desta empresa Carmela Caputo, administradora da loja e quem também ministra cursos e consultas de Tarot, Runas e Numerologia.
Esses serviços são prestados em favor do ser humano, desde 1980, também utilizando-se dos recursos das ciências alternativas.
Antes de fundar a Elctron’s Extrasensorial, trabalhei em várias entidades espiritualistas, onde também dava consultas. Os meus irmãos do Alto, pediram-me e deixaram explicado que do meu próprio trabalho, obteria o meu sustento. Destas consultas, através das pessoas que me procuravam para resolver seus problemas, somente algumas puderam saber que eu também procurava aquelas que, através dos seus astrais, tinham ligações com os extraterrestres. Tudo isso por muitas causas que mais tarde explicaremos. Foram realizadas milhares de experiências entre eu, os extraterrestres e essas pessoas. As experiências foram aplicadas e servirão para muitos outros que nem sonharam com essas realidades.
Conheci pessoas de vários países e muitos deles com pedaços e partes de uma missão extraterrestre. Na maioria, eles não os entendiam, mas seguiam um rumo altamente controlados e orientados. E eu sempre os confortava, dizendo: “Prossigam, vocês fazem parte da vontade do Pai. Trabalham para o futuro da Terra. Vocês são nossos irmãos e deveríamos nos encontrar.” Assim, cada um cumprindo sua parte, foram aos poucos se desligando e levando partes do conhecimento para outros países. Poucos ainda continuam. E nós continuamos, sabendo que haveremos de reencontrar todos os outros. Faz parte desta missão.
Do conteúdo de uma missão, parte sempre é secreta. Por um lado, vivemos intensamente, participando de tudo. Por outro, temos que guardar segredos, protegendo o que somos para proteger os reais objetivos de uma missão. Assim se faz pela razão de conhecermos profundamente o mundo onde agora estamos. Em nome do Senhor, não devemos descuidar da nossa proteção.
A matéria “Um Homem Chamado Ra-ul” é bastante extensa e, futuramente, transmitiremos suas seqüências. Parte desta matéria foi editada na Revista Alpha + Ômega, publicada em 1987; parte consta de nosso livro – primeiro volume. Uma seqüência maior será editada, em breve, através do segundo volume. Neste outro livro, trataremos também da matéria “Como tudo começou”. Nela contaremos a história que revelará nossas origens e as origens deste projeto. “Tudo começou em uma Nave Espacial”.
